CORPOS SOCIAIS

CASA DO EDUCADOR

MANDATO 2015 - 2017 

PLANOS DE ATIVIDADES

RELATÓRIOS DE ATIVIDADES

BOLETINS INFORMATIVOS


 

 EXPOSIÇÃO FINAL CESVIVER 2015

No dia 02-06-2015, na presença de muitos convidados e amigos da CES, foi oficialmente aberta a exposição de trabalhos da Cesviver, no Salão Nobre da Sede da Casa do Educador.

Das incidências da cerimónia se dá conta , com um texto da Profª Mª de Lourdes Mano e as reportagens fotográficas dos amigos João Lucas e Alberto Maia.

Texto da Profª  Mª de Lourdes Mano.

Fotografias de João Lucas

Fotografias de Alberto Maia.



A CASA DO EDUCADOR VIAJOU POR ITÁLIA

Entre os dias nove e dezasseis de maio, um grupo de quarenta três sócios e amigos da Casa do Educador viajou por diversas cidades Itálianas.

Viagem de grande alcance cultural, de que se dá conta nesta reportagem através da palavra de António Marquês e da imagem de Tomás Bento.  

Crónica da viagem por António Marquês.

Fotografias do dia 09-05-2015 (Roma)

Fotografias do dia 10-05-2015 (Pompeia e Capri)

Fotografias do dia 11-05-2015 (Vaticano e Roma)

Fotografias do dia 12-05-2015 (Assis e Siena)

Fotografias do dia 13-05-2015 (Florença)

Fotografias do dia 14-05-2015 (Pisa e Pádua)

Fotografias do dia 15-05-2015 (Veneza)

Fotografias do dia 16-05-2015 (Verona e Milão)



LISBOA, EU VISITO
 
Inserido no programa “Lisboa, Eu Visito”, desenvolvido pela Casa do Educador, no passado dia vinte e três de maio, um grupo de cinquenta sócios e amigos deslocaram-se a lisboa para visitar, entre outros locais de interesse cultural, o Panteão Nacional, o Convento e a Igreja de S. Vicente de Fora.

Se não teve oportunidade de participar, saiba o que se passou, lendo o texto da Professora Mª de Lourdes Mano e vendo as fotografias do Engº João Lucas.

Leia aqui um brilhante texto da Professora Mª de Lourdes Mano

Veja aqui a reportagem fotográfica de João Lucas Ao longo dos séculos e devido a vicissitudes de vária ordem, ambas as igrejas foram alvo de variadíssimas obras de reconstrução e restauro relativamente aos primitivos templos.

De acordo com os especialistas, o Panteão Nacional é considerado uma obra-prima e o primeiro monumento de estilo barroco construído no nosso país, em 1682, sob a acção do arquitecto da Corte Portuguesa, João Antunes.
Ao longo dos tempos houve intervenções várias até ficar concluído, já no séc. XX, agora sob a orientação do notável arquitecto Edgar Cardoso.

A planta desta Igreja é octogonal e centralizada por uma cruz grega onde, os topos arredondados formam os quatro torreões do edifício. A sua cúpula, também designada por zimbório, constitui a parte mais elevada do monumento.
O alçado principal ostenta um portal enquadrado por colunas salomónicas, destacando-se um baixo relevo com a imagem da sua padroeira, Santa Engrácia de Saragoça.
Sob o ponto de vista arquitectónico muito há para descrever, assim como, seria interessante recordar aqui a história verídica, porque consta dos registos da paróquia local, história esta na qual assenta a expressão popular «como as obras de Santa Engrácia», para designar algo «ad aeternum».

Sepultados no Panteão Nacional encontram-se alguns Presidentes da República, o General Humberto Delgado – tendo sido promovido a Marechal a título póstumo – a Amália Rodrigues e escritores como Almeida Garrett, Aquilino Ribeiro, Guerra Junqueiro, João de Deus e Sophia de Mello Breyner Andresen.
Aqui encontram-se também os cenotáfios de alguns heróis da nossa História como Nuno Álvares Pereira, Infante D. Henrique, Pedro Álvares Cabral, Afonso de Albuquerque, Vasco da Gama e do grande poeta épico da tradição ocidental, Luís Vaz de Camões.

Ainda no decurso da nossa visita a este belo monumento, por iniciativa minha e porque integravam esta visita vários professores, com o devido conhecimento e autorização prévios de um dos membros da Direcção da CES que acompanhava este passeio cultural e, posteriormente com a autorização prévia da própria guia-local que dinamizou toda a visita, junto dos túmulos dos nossos escritores foram lidos textos poéticos – como é óbvio, desta vez eu não li qualquer poema, mas tive a preocupação de entregar a colegas que estavam próximos de mim, as «micas» contendo dois textos de cada escritor aqui sepultado, de modo a seleccionarem apenas um para ser lido – gesto este que considero uma pequena homenagem nossa a estas grandes figuras da Literatura Portuguesa.
De igual modo, junto do túmulo da Amália Rodrigues, a nossa querida amiga Graça Assunção, com a sua voz maravilhosa encantou-nos ao interpretar «Estranha Forma de Vida», cuja letra é também da Amália.
Aqui no FB, publicamente reitero o meu enorme bem-haja aos colegas que contribuíram para este momento muito belo e de grande simbolismo: Irene Fortes, Maria Inácia, Maria José Vaz, António Henriques, Jaime Ribeiro e Graça Assunção.
Também endereço novamente o meu profundo agradecimento a todas as pessoas que, ainda no Panteão,muito gentilmente me felicitaram por esta minha iniciativa.

(A título de curiosidade, para quem não conhece o Aquilino Ribeiro como poeta ou como escritor infanto-juvenil - como é óbvio, não podemos ter a pretensão de tudo saber ou conhecer e, considero que só nos fica muito bem afirmar o que desconhecemos; pelo menos eu adoro pessoas assim! - aconselho vivamente a leitura de «O Livro da Marianinha», dedicado à sua primeira neta, de nome Mariana, (1967) considerado pelo próprio escritor como um livro de «lengalengas e toadilhas em prosa rimada», «O Romance da Raposa», que nos narra e diverte com as aventuras de uma raposa que dá p’lo nome de «Salta-Pocinhas», livro escrito para o seu segundo filho, também chamado Aquilino e que a RPT adaptou de forma magistral a uma série de 13 episódios, em 1988. Depois, ainda neste grupo de livros inteiramente dedicados à literatura infanto-juvenil, o escritor encanta-nos também com «A Arca de Noé» I, II e III.)

Passo agora a referir em síntese também, algumas notas sobre outro monumento muito belo desta nossa visita de hoje, dia 23/Maio.
A Igreja de São Vicente de Fora, considerada de estilo maneirista e barroco, apresenta no seu alçado principal a sobriedade e o simetrismo de tipo italiano, enfeitado com grandes estátuas de Santo Agostinho, São Sebastião e São Vicente.
A planta do seu interior segue as características da cruz latina, com uma nave e seis capelas laterais intercomunicantes.
Como já referi, ao longo dos séculos foram efectuadas algumas obras sob a direcção de arquitectos vários.

É de João Frederico Ludovice a construção do imponente altar barroco; o badalquino, também de estilo barroco, pertence ao Mestre Machado de Castro; o órgão, considerado um dos melhores e maiores exemplares portugueses do séc. XVIII, é datado de 1765.
O antigo mosteiro conserva ainda a cisterna do séc. XVI; belos painéis de azulejo revestem os claustros e algumas salas; a Sacristia é uma obra belíssima toda revestida a mármores polícromos cujo tecto ostenta uma linda composição pictórica de autor desconhecido.
Aqui encontramos o Panteão Real dos «Bragança» e o Panteão dos Patriarcas de Lisboa.

Muito, mas muito fica por referir.
Eis dois belíssimos monumentos de Lisboa a merecerem uma visita pormenorizada.

Bem-haja à Casa do Educador do Seixal, na pessoa do seu Presidente, caríssimo amigo Prof. Tomás de Aquino porque, apesar de muito trabalho diário, muitas dificuldades a superar, continua com coragem, determinação e grande generosidade a promover e dinamizar eventos diversificados que correspondam aos nossos anseios e necessidades, visando a qualidade de vida activa, participativa, solidária e humanista dos seus associados.

Um enorme xi-coração meu de agradecimento à Casa do Educador p’lo bem que nos faz.
Mª. Lourdes Mano

Ao longo dos séculos e devido a vicissitudes de vária ordem, ambas as igrejas foram alvo de variadíssimas obras de reconstrução e restauro relativamente aos primitivos templos.

De acordo com os especialistas, o Panteão Nacional é considerado uma obra-prima e o primeiro monumento de estilo barroco construído no nosso país, em 1682, sob a acção do arquitecto da Corte Portuguesa, João Antunes.
Ao longo dos tempos houve intervenções várias até ficar concluído, já no séc. XX, agora sob a orientação do notável arquitecto Edgar Cardoso.

A planta desta Igreja é octogonal e centralizada por uma cruz grega onde, os topos arredondados formam os quatro torreões do edifício. A sua cúpula, também designada por zimbório, constitui a parte mais elevada do monumento.
O alçado principal ostenta um portal enquadrado por colunas salomónicas, destacando-se um baixo relevo com a imagem da sua padroeira, Santa Engrácia de Saragoça.
Sob o ponto de vista arquitectónico muito há para descrever, assim como, seria interessante recordar aqui a história verídica, porque consta dos registos da paróquia local, história esta na qual assenta a expressão popular «como as obras de Santa Engrácia», para designar algo «ad aeternum».

Sepultados no Panteão Nacional encontram-se alguns Presidentes da República, o General Humberto Delgado – tendo sido promovido a Marechal a título póstumo – a Amália Rodrigues e escritores como Almeida Garrett, Aquilino Ribeiro, Guerra Junqueiro, João de Deus e Sophia de Mello Breyner Andresen.
Aqui encontram-se também os cenotáfios de alguns heróis da nossa História como Nuno Álvares Pereira, Infante D. Henrique, Pedro Álvares Cabral, Afonso de Albuquerque, Vasco da Gama e do grande poeta épico da tradição ocidental, Luís Vaz de Camões.

Ainda no decurso da nossa visita a este belo monumento, por iniciativa minha e porque integravam esta visita vários professores, com o devido conhecimento e autorização prévios de um dos membros da Direcção da CES que acompanhava este passeio cultural e, posteriormente com a autorização prévia da própria guia-local que dinamizou toda a visita, junto dos túmulos dos nossos escritores foram lidos textos poéticos – como é óbvio, desta vez eu não li qualquer poema, mas tive a preocupação de entregar a colegas que estavam próximos de mim, as «micas» contendo dois textos de cada escritor aqui sepultado, de modo a seleccionarem apenas um para ser lido – gesto este que considero uma pequena homenagem nossa a estas grandes figuras da Literatura Portuguesa.
De igual modo, junto do túmulo da Amália Rodrigues, a nossa querida amiga Graça Assunção, com a sua voz maravilhosa encantou-nos ao interpretar «Estranha Forma de Vida», cuja letra é também da Amália.
Aqui no FB, publicamente reitero o meu enorme bem-haja aos colegas que contribuíram para este momento muito belo e de grande simbolismo: Irene Fortes, Maria Inácia, Maria José Vaz, António Henriques, Jaime Ribeiro e Graça Assunção.
Também endereço novamente o meu profundo agradecimento a todas as pessoas que, ainda no Panteão,muito gentilmente me felicitaram por esta minha iniciativa.

(A título de curiosidade, para quem não conhece o Aquilino Ribeiro como poeta ou como escritor infanto-juvenil - como é óbvio, não podemos ter a pretensão de tudo saber ou conhecer e, considero que só nos fica muito bem afirmar o que desconhecemos; pelo menos eu adoro pessoas assim! - aconselho vivamente a leitura de «O Livro da Marianinha», dedicado à sua primeira neta, de nome Mariana, (1967) considerado pelo próprio escritor como um livro de «lengalengas e toadilhas em prosa rimada», «O Romance da Raposa», que nos narra e diverte com as aventuras de uma raposa que dá p’lo nome de «Salta-Pocinhas», livro escrito para o seu segundo filho, também chamado Aquilino e que a RPT adaptou de forma magistral a uma série de 13 episódios, em 1988. Depois, ainda neste grupo de livros inteiramente dedicados à literatura infanto-juvenil, o escritor encanta-nos também com «A Arca de Noé» I, II e III.)

Passo agora a referir em síntese também, algumas notas sobre outro monumento muito belo desta nossa visita de hoje, dia 23/Maio.
A Igreja de São Vicente de Fora, considerada de estilo maneirista e barroco, apresenta no seu alçado principal a sobriedade e o simetrismo de tipo italiano, enfeitado com grandes estátuas de Santo Agostinho, São Sebastião e São Vicente.
A planta do seu interior segue as características da cruz latina, com uma nave e seis capelas laterais intercomunicantes.
Como já referi, ao longo dos séculos foram efectuadas algumas obras sob a direcção de arquitectos vários.

É de João Frederico Ludovice a construção do imponente altar barroco; o badalquino, também de estilo barroco, pertence ao Mestre Machado de Castro; o órgão, considerado um dos melhores e maiores exemplares portugueses do séc. XVIII, é datado de 1765.
O antigo mosteiro conserva ainda a cisterna do séc. XVI; belos painéis de azulejo revestem os claustros e algumas salas; a Sacristia é uma obra belíssima toda revestida a mármores polícromos cujo tecto ostenta uma linda composição pictórica de autor desconhecido.
Aqui encontramos o Panteão Real dos «Bragança» e o Panteão dos Patriarcas de Lisboa.

Muito, mas muito fica por referir.
Eis dois belíssimos monumentos de Lisboa a merecerem uma visita pormenorizada.

Bem-haja à Casa do Educador do Seixal, na pessoa do seu Presidente, caríssimo amigo Prof. Tomás de Aquino porque, apesar de muito trabalho diário, muitas dificuldades a superar, continua com coragem, determinação e grande generosidade a promover e dinamizar eventos diversificados que correspondam aos nossos anseios e necessidades, visando a qualidade de vida activa, participativa, solidária e humanista dos seus associados.

Um enorme xi-coração meu de agradecimento à Casa do Educador p’lo bem que nos faz.
Mª. Lourdes Mano


 LANÇAMENTO DO LIVRO DA PROFESSORA CATARINA MALANHO

Decorreu na tarde do dia 20-05-2015 o lançamento do livro de poesia “O BARULHO DO SILÊNCIO – FRAGMENTOS POÉTICOS”, da autoria da nossa associada, Professora Catarina Malanho Semedo.

A cerimónia, que teve lugar no Auditório da Junta de Freguesia de Amora, decorreu sob a égide da CASA DO EDUCADOR DO SEIXAL.

Leia aqui um texto da professora Mª de Lourdes Mano.

Reportagem fotográfica de João Lucas.

 
 
 

CELEBRAÇÃO DE ANIVERSÁRIOS NA

CESVIVER


Vinte e oito de abril, última terça-feira do mês, foi dia de celebração de aniversários na CESVIVER.

Com a animação musical do senhor Amável e as canções de Alice Santos e Maria Bazílio as aniversariantes tiveram uma bonita e merecida festa que a todos sensibilizou.

Leia aqui um texto da Profª Rosa Duarte

Veja aqui as fotografias da sessão

 
 

 

A CESVIVER NO PANTEÃO NACIONAL E PARQUE DOS POETAS

No âmbito do projecto «UM LIVRO, UMA COMPANHIA», este ano dedicado a Sophia de Mello Breyner Andresen, foi com muito entusiasmo e alegria que um grupo com 46 Aderentes e Amigos homenageou a poetisa, visitou o Panteão Nacional e o Parque dos Poetas.

Tal como todo o projecto, esta visita foi superiormente dinamizada e explicada pela Profª Mª de Lourdes Mano.

Leia aqui um texto da Profª Antónia Lança

Leia aqui um poema de António Lima Ferreira

Veja aqui a reportagem fotográfica

 

 WORKSHOP DE AZULEJARIA NA CES

Como estava anunciado, no dia 16 de abril de 2015 realizou-se, na Casa do educador, um WORKSHOP sobre azulejaria, dinamizado pelo artista plástico CARLOS PÉ-LEVE.

Foram dez sócios da Casa do Educador que se predisposeram a experimantar a técnica e realizaram magníficos trabalhos.

Veja aqui as fotografias do Workshop


 

  O  DR. JUIZ NATALINO BOLAS NA CESVIVER

O Dr. juiz Natalino Bolas esteve mais uma vez na CESVIVER para nos falar de temas relacionadas com o direito e a justiça.

Desta vez esclareceu-nos sobre as heranças, sucessões, testamentos, incapacidades para o testamento, graus de parentesco e outras questões relacionados com o tema.

Sessão muito esclarecedora, seguida com muita atenção e interesse pelos presentes, tendo questionado o palestrante sobre dúvidas, todas respondidas protamente.

Leia aqui um relato da sessão, pela Professora Rosa Duarte

Veja aqui Fotografias da sessão

 
 

WORKSHOP SOBRE A DOR NA CESVIVER

Na sessão da Cesviver da terça feira, 7 de abril, foi realizado um Workshop sobre a dor, dinamizado pelo professor António Santos.

Foi dada informação teórica e prática, de como identificar sintomas e tratar a dor.

Sessão muito útil, seguida com muitos interesse por todos os participantes.

Leia aqui um texto da Professora Rosa Duarte.

Veja fotografias da sessão.

  

 
 
 
 

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