A CASA DO EDCADOR NUMA JORNADA CULTURAL NO PORTO

Nos dias 27 e 28 de janeiro um grupo de cinquenta sócios e amigos da Casa do Educador rumaram ao Porto para um conjunto de visitas a locais e eventos de interesse cultural.

A nossa aventura no norte iniciou-se pela Casa da Prelada, conjunto arquitetónico composto por casa, jardim e quinta, que foi projetada pelo arquiteto Nicolau Nasoni para a família Noronha e Menezes e começou a ser construída em 1754.

A propriedade foi doada à Santa Casa da Misericórdia do Porto em 1904 e foram as primeiras instalações do hospital da Prelada.

O nosso programa prosseguiu depois de almoço, coma visita à exposição de Joan Miró, patente no Museu de Arte Contemporânea de Serralves.

Foi uma visita guiada por uma monitora do Museu, que, guiando-nos através da exposição nos foi ajudando a melhor compreender a obra do pintor feita ao longo de mais de setenta anos de pinturas.

Era já noite quando chegámos ao hotel, bem no coração do Porto, na Praça da Batalha. Depois do Check-in, saímos para jantar e fazer um passeio pela Rua de Santa Catarina, Praça da Batalha e arredores.

À noite ainda houve tempo para a professora Amélia Lopes animar um serão poético e não só.

O dia seguinte começou bem cedo. Depois do pequeno almoço, servido no hotel, ainda não eram nove horas e já estávamos no autocarro para uma visita panorâmica à cidade, com paragens na Avenida dos Aliados, Praça Gomes Teixeira, onde vistamos a igreja do Carmo e pudemos fotografar a Torre dos Clérigos, e na rua Ferreira Borges, para visitar a estação de São Bento e o Palácio da Bolsa, esta última, propriedade da Associação Comercial Portuense.

Eram onze horas e trinta minutos quando entramos nas Caves Sandeman, para uma visita guiada, por um funcionário trajando a rigor com a capa negra e o chapéu, que o transformava em verdadeiro logotipo da Sandeman, o DON.

Foi-nos explicado o significado do logotipo: é nada mais do que uma imagem representativa de Espanha, pelo "sombrero" e de Portugal pela capa de estudante universitário e a razão dos símbolos de Portugal e Espanha estarem presentes, é porque a empresa comercializava vinhos Portugueses, da região do Douro e espanhóis, da região de Jerez de la Frontera.

Enquanto passávamos por entre pipas de Vinho do Porto de diversas idades, que vão desde a produção recente até ao ano de 1815, o “nossos DON” ia-nos explicando como era produzido o Vinho do Porto, as diversas qualidades e as suas diferenças.

Quando entramos nas caves informaram-nos que ali havia quatro milhões de litros de vinho do Porto. Quando saímos havia um pouco menos, porque no fim da visita fomos presenteados com uma prova de vinho, onde não faltou a poesia de Amélia Lopes e o fado da Graça d’Assunção.

Já passava das treze horas quando rumamos ao restaurante, bem no coração da Ribeira, para almoçar, findo qual estava programado tempo livre para um passeio na Ribeira e comprar as últimas recordações.

O dia estava a chegar ao fim e com ele a nossa viagem. A partida foi dada pelas dezassete horas rumo a Lisboa, com paragem no Castelo do Queijo para uma última fotografia.

A nossa aventura terminou às vinte e uma horas e trinta minutos, com algum cansaço acumulado, mas com a certeza que tinha valido a pena.

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