Outono

 

Outono, vem depressa e de mansinho

Para quem já viveu muito sofrida,

Muitos, sim, me passaram no caminho!

Sejas tu primavera apetecida.

 

Sonho esperançoso eu te encaminho,

Etérea taça de néctar bebida

A embriagar como um belo vinho

Muito calidamente a minha vida.

 

Queria teus tons nostálgicos e cor

Para dourar o meu profundo amor

Pra firmar uma sólida amizade.

 

Queria revivido o meu fulgor,

A alma a recobrar todo o ardor

Da minha longínqua mocidade.

 

23/09/07

Maria Vitória Afonso

 

 

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