VISITA AO PALÁCIO DA INDEPENDÊNCIA EM 6/4/2016

Recordo-vos que antes do 25/abril/74, no período vigente do Estado Novo, aqui esteve a Mocidade Portuguesa assim como a Liga dos Antigos Graduados da Mocidade Portuguesa.

- Porquê esta sua designação, Palácio da Independência?
Porque foi neste palácio, pertença desde 1467 da família de D. Antão de Almada que este nobre e os seus companheiros de luta, conhecidos por «40 conjurados», se reuniram para planear as acções que conduziram à Restauração da Independência de Portugal, no dia 1 de Dezembro de 1640, com o derrube do jugo da coroa espanhola e a aclamação de D. João IV como Rei de Portugal.

O Palácio da Independência, também conhecido por Palácio Almada até à época em que o Estado Português o comprou à família do Conde de Almada e Avranches, está classificado como Monumento Nacional, não só pelo seu valor artístico, mas também pela sua tradição histórico-política.

A primeira comemoração pública da Independência de Portugal teve lugar em 1861, altura em que foi criada a Sociedade Histórica da Independência de Portugal e foi realizada neste palácio.

Fundado em 1467, por D. Fernando de Almada, a sua traça medieval primitiva foi conhecendo alterações, tendo subsistido dessa época quatro portais e duas grandes cháminés de cones facetados, à semelhança das do Palácio de Sintra.
O edifício actual, além de ter sobrevivido ao terramoto de 1755, tem no seu interior um jardim que possibilita uma subida à Muralha Fernandina (local bem discreto por onde passavam os conjurados) permitindo-nos contemplar a vista sobre a Baixa, é um verdadeiro exemplo resultante das intervenções manuelina e maneirista.

De planta rectangular centralizada num pátio concebido para permitir a circulação de carruagens, o exterior do imóvel surge articulado em duas fachadas rigorosamente estruturadas, com uma ausência quase total de ornamentação, e animadas pela abertura de filas de janelas, algumas ainda com gelosias, concentradas num amplo portal, sobreposto por uma varanda de balaústres para a qual abre o janelão central do andar nobre, encimado pelo brasão dos Almada.

Merecem destaque, quer no interior das salas, quer no próprio jardim, os belos painéis de azulejos (um deles do mestre espanhol Gabriel del Barco), as peças de mobiliário e de iluminação assinadas pelo arquitecto Raul Lino.

Como é óbvio, muitos outros aspectos históricos e não só ficam por referir.

Recordo, por exemplo, que Almeida Garrett habitou este belo palácio em 1834.

Doado ao Estado em 1940, após a sua ocupação sucessiva por vários organismos, o Palácio foi cedido na sua totalidade à Sociedade Histórica da Independência de Portugal, em 1983, a qual procedeu a obras para a instalação de serviços, biblioteca e zonas de exposição.

Segundo a minha pesquisa, hoje em dia funcionam várias Instituições no palácio, além da Sociedade História da Independência de Portugal a celebrar os seus mui honrosos 150 anos. Também o Museu da Identidade Lusíada ou a sede da Comissão Portuguesa de História Militar são algumas delas. Contudo, a maioria das salas é visitável, desde o Salão Nobre à Biblioteca da Sociedade Histórica, passando pelo átrio, restaurado por Raúl Lino.

Sabe onde fica situado este palácio?

Provavelmente já passou inúmeras vezes por ele e nem se apercebeu

Tenho a certeza absoluta que o conhece até porque, após o 25 de Abril de 1974, a Associação dos Deficientes das Forças Armadas aqui esteve instalada.

Fica situado em pleno Rossio, junto a uma igreja muito especial, a Igreja de S. Domingos, e ao lado do Teatro Nacional D. Maria II.

Recordo-vos que antes do 25/abril/74, no período vigente do Estado Novo, aqui esteve a Mocidade Portuguesa assim como a Liga dos Antigos Graduados da Mocidade Portuguesa.

- Porquê esta sua designação, Palácio da Independência?

Porque foi neste palácio, pertença desde 1467 da família de D. Antão de Almada que este nobre e os seus companheiros de luta, conhecidos por «40 conjurados», se reuniram para planear as acções que conduziram à Restauração da Independência de Portugal, no dia 1 de Dezembro de 1640, com o derrube do jugo da coroa espanhola e a aclamação de D. João IV como Rei de Portugal.

O Palácio da Independência, também conhecido por Palácio Almada até à época em que o Estado Português o comprou à família do Conde de Almada e Avranches, está classificado como Monumento Nacional, não só pelo seu valor artístico, mas também pela sua tradição histórico-política.

A primeira comemoração pública da Independência de Portugal teve lugar em 1861, altura em que foi criada a Sociedade Histórica da Independência de Portugal e foi realizada neste palácio.

Fundado em 1467, por D. Fernando de Almada, a sua traça medieval primitiva foi conhecendo alterações, tendo subsistido dessa época quatro portais e duas grandes chaminés de cones facetados, à semelhança das do Palácio de Sintra.

 O edifício actual, além de ter sobrevivido ao terramoto de 1755, tem no seu interior um jardim que possibilita uma subida à Muralha Fernandina (local bem discreto por onde passavam os conjurados) permitindo-nos contemplar a vista sobre a Baixa, é um verdadeiro exemplo resultante das intervenções manuelina e maneirista.

De planta rectangular centralizada num pátio concebido para permitir a circulação de carruagens, o exterior do imóvel surge articulado em duas fachadas rigorosamente estruturadas, com uma ausência quase total de ornamentação, e animadas pela abertura de filas de janelas, algumas ainda com gelosias, concentradas num amplo portal, sobreposto por uma varanda de balaústres para a qual abre o janelão central do andar nobre, encimado pelo brasão dos Almada.

Merecem destaque, quer no interior das salas, quer no próprio jardim, os belos painéis de azulejos (um deles do mestre espanhol Gabriel del Barco), as peças de mobiliário e de iluminação assinadas pelo arquitecto Raul Lino.

Como é óbvio, muitos outros aspectos históricos e não só ficam por referir.

Recordo, por exemplo, que Almeida Garrett habitou este belo palácio em 1834.

Doado ao Estado em 1940, após a sua ocupação sucessiva por vários organismos, o Palácio foi cedido na sua totalidade à Sociedade Histórica da Independência de Portugal, em 1983, a qual procedeu a obras para a instalação de serviços, biblioteca e zonas de exposição.

Segundo a minha pesquisa, hoje em dia funcionam várias Instituições no palácio, além da Sociedade História da Independência de Portugal a celebrar os seus mui honrosos 150 anos. Também o Museu da Identidade Lusíada ou a sede da Comissão Portuguesa de História Militar são algumas delas. Contudo, a maioria das salas é visitável, desde o Salão Nobre à Biblioteca da Sociedade Histórica, passando pelo átrio, restaurado por Raúl Lino.

Veja aqui a reportagem fotográfica do Engº João Lucas.


 

 

Lisboa, 16/04/2016

Professora Mª de Lourdes Mano

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