DIA DA MULHER


Sou por natureza avesso aos «ditos dias mundiais» de tudo e mais alguma coisa.Tenho para mim, que todos os dias são dias de tudo,exceto aqueles que passamos a pensar só em nós-- esses são dias de quase nada.
Mas, como continuam a existir ( ainda que envoltos em muita hipocrisia )
vamos celebrar mais este, com um mínimo de sinceridade e homenagear assim, quem ao longo dos anos, tem sido um suporte fundamental para o bom funcionamento da vida em família e, além de inúmeros outros aspetos, contribuir também para economia doméstica, o que nem sempre foi entendido como devia.
Há uma vasta área vocabular ligada ao acontecimento como: machismo, igualdade, violência, discriminação...a que muitos demagogicamente se referem e dizem querer expurgar dos aspetos negativos, mas que continuam
teimosamente a esquecer.
A mulher não precisa de ser lembrada em teorias vãs, mas sim em actos de absoluta igualdade, como igual ela é por direito, ao homem. É tempo de condenar e esquecer a história, em que a mulher era considerada um ser menor, com dever absoluto de obediência ao homem e incapaz de exercer atividades, o que a própria história já provou não ser verdade.
É indiscutível o papel da mulher na sociedade, onde em igualdade plena e efetiva, já demonstrou ser capaz de competir com o homem, assim lhe sejam dadas oportunidades.
Por tudo o que a mulher é e pelo seu papel na sociedade, vai a sentida homenagem de todos aqueles que muito lhe devem e que estão gratos a todas as mulheres, pelo simples facto de existirem.
A todas vós, mulheres , o meu, o nosso muito obrigado.

João Alberto Bentes (2 de Março de 2011)

 

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